sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Os Apanhadores de Conchas - Rosamunde Pilcher


Depois de ter estado às portas da morte por um enfarte, Penelope Stern, filha de um pintor de fama internacional, começa a ver a vida com outros olhos. A sua estabilidade afectiva está ligada a uma série de acontecimentos ocorridos no passado. Conviveu com as suas sequelas dolorosamente, mas agora está disposta a recapitular... Decide voltar à Cornualha, onde decorreu a sua juventude, e não desistirá enquanto não conseguir comprender a sua própria história bem como a dos membros da sua famíla. Nesse passado ocupa um importante lugar um quadro pintado pelo seu pai, “Os Apanhadores de Conchas”, que agora desperta o interesse dos seus filhos pelo seu valor económico...
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Desde que li a opinião da Canochinha a respeito desde livro, que o quis ler. Depois fui lendo mais opiniões positivas no fórum Estante de Livros. E decidi-me que tinha que fazer parte das minhas leituras. O que faltavam então? Comprar o livro. Decidi-me então encomendar alguns livros que tinha saída com a Revista Sábado, em que "Os Apanhadores de Conchas" teria que estar incluído.
Um ponto negativo, prende-se com a edição do livro e não com a história em si. A fraca (ou inexistente) revisão. Ele foi erros ortográficos, foi caracteres (como por exemplo o ? )no meio das palavras, falta de parágrafos, etc. Sei que podem estar a dizer, por 1€ o que é que estavas à espera? Eu sei que o livro é barato, mas mesmo assim é algo que no "rouba" um pouco do prazer que tiramos da leitura.
O tamanho da letra também deixa algo a desejar, pois é relativamente pequena… afinal de contas, eu sou míope e leio depois de jantar, gosto de letras grandes =D

Quanto à história em si...
É um livro sobre Penélope e sobre quem com ela se cruza, no passado e no presente.
Penélope é filha de um pintor e foi educada de forma menos convencional para a época, e a qual a faz ver a vida de forma diferente das outras pessoas, mais simples e humana.
O próprio nome do livro - Os Apanhadores de Conchas - é o nome do quadro que o pai ofereceu à Penélope como prenda de casamento, e pelo o qual, esta tem uma estima enorme pelo mesmo e sobre o qual existe alguma cobiça por dois dos seus três filhos.
Cada capitulo tem o nome de pessoas diferentes, mas com um elo de ligação comum - Penélope - e em cada um descobrimos mais sobre o seu passado, mas também sobre o presente. Apesar destes saltos no tempo, não achei a leitura confusa, mas sim que tornava a leitura mais agradável.
Basicamente é uma história de vida, que nos transmite a mensagem de o que é verdadeiramente importante são os nossos sentimentos e não os bens materiais.

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